domingo, 4 de novembro de 2007

Puf. Acordei.

Acordei ali pelas sete de domingo. Eu ando tão descoordenada nos meus horários. De dormir e de comer. Isso quando como. Sim, porque dormir eu durmo. Não necessariamente de noite. Quase nunca de noite. Tô me acordando pra isso também. Será que todo esse movimento é em função dessa “relação” com essa pessoa? Ahã. Acho que sim. Faz o quê? Uns vinte dias isso? Pode que sim. Pode que já.

Pois então. E agora isso. A pessoa me convida pra sair anteontem. Tudo aquilo. Bem legal eu pensei. Daí ontem eu ia dizer pra ele vir aqui ver televisão comigo. Fiquei sem jeito. Não disse nada. De manhã descubro, ao acordar, nas páginas da internet, onde tudo se descobre, principalmente o que se quer que seja descoberto, que a figura passou a noite com outra pessoa. Tá? Fui traída! Pela primeira vez que eu saiba. Sim, eu sei que não é literalmente uma traição, já que não temos nada. Nada. A sensação é terrível igual. Tipo. Puf. Acordei. Pra ele, a história que tava rolando entre a gente não tem grande significado. Me conta outra versão. Não tem, né?

Agora, não tem jeito. Ficar triste, magoada, chateada. No mínimo, pensar que pena! Pra mim, tinha significado. Mesmo tendo começado de um jeito meio torto. Eu bêbada. A gente transando logo de cara. Essas coisas. Essas coisas que eu já tinha aprendido a fazer diferente. Mesmo assim, pra mim, fazia sentido. E eu queria que continuasse. Agora, não quero mais. Tô braba também. Ofendida. Além de tudo, ele expôs o troço na web. Bom, tá, a vida é dele.

É, mas é isso. Quanto mais eu leio a merda do recado, mais claro fica pra mim. Que ele não tá a fim. Não pode tá a fim. Ele sabe que eu ia ler. Não é idiota. Então, paciência. Vou tentar dormir mais um pouco. Depois acordar de novo. E tocar a vida pra frente. Que venha o próximo. Quer dizer, eu também vou continuar procurando alguém interessante. Agora já sei, tô começando a entender, que posso encontrar as pessoas. Que elas podem se interessar por mim. E coisas ricas podem acontecer. Prosseguirei. Até encontrar um par. Infinitamente.

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